domingo, 2 de outubro de 2011
Medusa biologicamente imortal
Turritopsis nutricula consegue rejuvenescer-se em ciclos aparentemente infinitos 2010-03-10
A Turritopsis nutricula A maior parte das medusas normalmente morre após o estágio reprodutivo, mas a Turritopsis nutricula reverte para um estágio sexualmente imaturo depois de atingir a idade adulta e é capaz de rejuvenescer-se. A criatura de quatro a cinco milímetros é tecnicamente conhecida como um hidrozoário e é o único animal conhecido com capacidade de reverter ao seu estado pólipo juvenil. Teoricamente, este ciclo pode repetir-se indefinidamente, tornando-a potencialmente imortal. Encontrada nas águas quentes de climas tropicais, acredita-se que a Turritopsis possa estar espalhada pelo mundo. Embora solitárias, estas medusas são criaturas predadoras e assexuadas a partir do estado maduro. Esta medusa e a reversão do seu processo de envelhecimento é agora foco de pesquisa de biólogos marinhos e geneticistas, de modo a tentar perceber o processo de transformação de um tipo de células noutro. Há também muitos interessados em saber como é que se processa este ciclo, talvez na tentativa de encontrar um elixir da juventude. A mudança de procedimento das células é normalmente observada em casos de regeneração de órgão. Contudo, isto parece ocorrer no ciclo normal de vida e em todo o organismo da Turritopsis.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Narval
O narval é um cetáceo que nada unicamente no Oceano Árctico, em grupos de 2 a 12 animais, que fazem parte de rebanhos maiores.Nada frequentemente de barriga para cima, quase que em "slow motion", muito embora e quando perseguidos sejam notavelmente rápidos. Migram sazonalmente enquanto a borda do gelo se move e podem ser encontrados em zonas de gelo bastante grosso.
Foi caçado durante cerca de mil anos, pondo em perigo até a sobrevivência da espécie, por causa do seu dente comprido e espiralado. Este atingiu sempre preços altíssimos porque se acreditava que ele era o corno do Unicórnio mítico, chegando na idade Média a valer literalmente o seu peso em ouro.
O narval possui apenas dois dentes na mandíbula superior. Nos machos o dente da esquerda continua a crescer em espiral, chegando a atingir os 3 metros. Foram os Vikings, ou talvez os habitantes da tundra siberiana, os primeiros a trazer para a Europa presas de narval, então procuradas quer pelo marfim quer pelo poder que lhes atribuíam de neutralizar venenos.
Acredita-se que os machos lutem entre si pela posse das fêmeas e empreguem o dente como arma. Como não possui outros dentes, alimenta-se engolindo chocos inteiros, lulas, pequenos peixes e crustáceos, especialmente shrimp (uma espécie de camarão muito pequeno).
Dura de 30 a 40 anos e acasala em Abril. Uma única cria nasce durante o Verão, 14 ou 15 meses mais tarde, quando a água já não está demasiado fria. O pequeno narval mama na mãe durante 20 meses (1 ano e meio).
O narval compartilha de muitas características físicas com a beluga. São similares na forma e no tamanho, têm bicos curtos, cabeças arredondadas, aletas curtas e uma camada grossa de gordura. Um narval adulto atinge facilmente os 4-5 metros de comprimento e pesa de 0,8 a 1,6 toneladas.
Os seus predadores naturais são a Orca, as Morsas e o Urso Polar.
São caçados pelos povos daquela região, os Inuits, e por alguns europeus do norte da Europa, pela sua pele, pela carne, pela gordura e especialmente pelos dentes, usados como ornamentos, inteiros ou trabalhados, ou moídos (reduzidos a pó) para finalidades terapêuticas.
Têm uma cor branca e verde, com manchas acastanhadas.
Às vezes viajam em pequenos grupos familiares, comunicando entre si por meio de uma variedade grande de guinchos, assobios e cliques. Não há conhecimento de que alguma vez um narval tenha atacado pessoas.
Narval – Nome vulgar dos mamíferos cetáceos da subordem dos cetofontes, família dos delfinapterídeos, género Monodon Lin., M. monoceros Lin., que vive nos mares boreais e que, nas suas migrações para o Sul atinge, por vezes, o Mar do Norte.
Estima-se que em todo o mundo existam de 25.000 a 45.000 animais, distribuídos pelas regiões assinaladas no mapa.segunda-feira, 16 de maio de 2011
Richard Rasmussen mostrando o que temos de mais belo no mundo
Richard Rasmussen mostrando o que temos de mais belo no mundo , e chamando atenção para o que podemos destruir .
Cada um de nós tem de fazer a sua parte !!
Trilha : 360° - Portal 11 : www.portal11.com.br.
Cada um de nós tem de fazer a sua parte !!
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Aranha Caranguejeira vs. Richard Rasmussen - Selvagem ao Extremo
Uma aranha caranguejeira (gênero Lasiodora) é encontrada pelo Richard Rasmussen durante uma expedição do programa Selvagem ao Extremo. Richard retira o animal de seu ninho para manipulação. Por um descuido do próprio Richard a aranha sobe nele e por pouco não é picado.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Mamiferos que botam ovos
Ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) é um mamífero da família ( Ornithorhynchidae) da ordem Monotremada. È um animal incomum, por algumas características bem peculiares. O ornitorrinco é mamífero, ou seja, a fêmea da espécie alimenta os filhotes com seu leite. Porém a fêmea do ornitorrinco não dá a luz aos filhotes. Ela põe ovos. Aliás, o ornitorrinco tem o bico semelhante ao dos patos, que são ovíparos.
O ornitorrinco vive na beira de rios, córregos e riachos na Austrália e na Ilha da Tasmânia. Locomove-se bem em terra e na água. É um ótimo nadador graças a seus pés palmados e a sua calda em forma de remo, podendo ficar submerso por até 5 minutos. Ao entrar na água, esse curioso animal fecha os olhos e o ouvido. Sua pele espessa o protege embaixo da água.
Para botar e chocar seus ovos, de um a três de cada vez, a fêmea cava um túnel que pode chegar a 1,8 m de profundidade, sendo que geralmente a entrada principal desse “ninho” fica embaixo da água. Os ovos medem de 2 a 2,5 cm, são moles, e parecidos com os ovos de tartarugas e cobras.
Somente enquanto está dentro do ovo, o ornitorrinco possui um único dente na ponta do bico, o chamado dente do ovo, que lhe serve apenas para furar a casca do ovo, perdendo-o logo em seguida. Quando os filhotes nascem, a fêmea usa a cauda para puxá-los para junto de si, com o objetivo de amamentá-los. Os filhotes ficam meses no ninho, pois nascem cegos e pelados. São desmamados quando chegam a aproximadamente 30 cm.
Todos os quatro pés do ornitorrinco têm garras, e cada pata tem cinco dedos. Os machos apresentam um sexto dedo nas patas traseiras, no qual existem exporões venenosos, que o animal usa para sua defesa.
O ornitorrinco alimenta-se de vermes, girinos, moluscos, crustáceos, peixinhos e insetos que captura no fundo dos rios e córregos. Quando adultos, os ornitorrincos não tem dentes, por isso, usa as placas córneas das maxilas para a mastigação.
Pouco sabe-se a respeito da reprodução dos ornitorrincos. O que se sabe é que ele só esta preparado para a reprodução após os sete anos. Na época de reprodução, normalmente nos meses de julho e agosto, seus órgãos reprodutores, tanto dos machos quanto das fêmeas aumentam de tamanho.
Considerando a calda, o ornitorrinco pode chegar a medir 60 cm de comprimento. Ele chega a viver por 15 anos.
Para botar e chocar seus ovos, de um a três de cada vez, a fêmea cava um túnel que pode chegar a 1,8 m de profundidade, sendo que geralmente a entrada principal desse “ninho” fica embaixo da água. Os ovos medem de 2 a 2,5 cm, são moles, e parecidos com os ovos de tartarugas e cobras.
Somente enquanto está dentro do ovo, o ornitorrinco possui um único dente na ponta do bico, o chamado dente do ovo, que lhe serve apenas para furar a casca do ovo, perdendo-o logo em seguida. Quando os filhotes nascem, a fêmea usa a cauda para puxá-los para junto de si, com o objetivo de amamentá-los. Os filhotes ficam meses no ninho, pois nascem cegos e pelados. São desmamados quando chegam a aproximadamente 30 cm.
Todos os quatro pés do ornitorrinco têm garras, e cada pata tem cinco dedos. Os machos apresentam um sexto dedo nas patas traseiras, no qual existem exporões venenosos, que o animal usa para sua defesa.
Pouco sabe-se a respeito da reprodução dos ornitorrincos. O que se sabe é que ele só esta preparado para a reprodução após os sete anos. Na época de reprodução, normalmente nos meses de julho e agosto, seus órgãos reprodutores, tanto dos machos quanto das fêmeas aumentam de tamanho.
Considerando a calda, o ornitorrinco pode chegar a medir 60 cm de comprimento. Ele chega a viver por 15 anos.
quarta-feira, 30 de março de 2011
TERREMOTOS

Destruição causada por um terremoto
Terremotos, também chamados de abalos sísmicos, são tremores passageiros que ocorrem na superfície terrestre. Esse fenômeno natural pode ser desencadeado por fatores como atividade vulcânica, falhas geológicas e, principalmente, pelo encontro de diferentes placas tectônicas.
Conforme a teoria da Deriva Continental, a crosta terrestre é uma camada rochosa fragmentada, ou seja, ela é formada por vários blocos, denominados placas litosféricas ou placas tectônicas. Esses gigantescos blocos estão em constante movimento, podendo se afastar (zona de divergência) ou se aproximar (originando uma zona de convergência).
Nas zonas de convergência pode ocorrer o encontro (coalização) entre diferentes placas tectônicas ou a subducção (uma placa mais densa “mergulha” sob uma menos densa). Esses fatos produzem acúmulo de pressão e descarga de energia, que se propaga em forma de ondas sísmicas, caracterizando o terremoto.
O local onde há o encontro entre as placas tectônicas é chamado de hipocentro (no interior da Terra) e o epicentro é o ponto da superfície acima do hipocentro. As consequências podem ser sentidas a quilômetros de distância, dependendo da proximidade da superfície que ocorreu a colisão (hipocentro) e da magnitude do terremoto.

Demonstração do hipocentro (foco) e do epicentro de um terremoto
A magnitude é a quantidade de energia liberada no foco do terremoto, sendo medida a partir de uma escala denominada Escala Richter. A intensidade é a consequência causada pela ação do sismo, a destruição provocada por esse fenômeno. A escala mais utilizada para se classificar a intensidade é a de Mercalli.
Entre os efeitos de um terremoto de grande magnitude em áreas povoadas estão a destruição da infraestrutura (ruas, estradas, pontes, casas, etc.), além de mortes. Os sismos nos oceanos provocam a formação de ondas gigantes (tsunamis). Essas ondas podem atingir as áreas continentais, gerando grande destruição.
Milhares de terremotos ocorrem diariamente no mundo. No entanto, a maioria apresenta baixa intensidade e tem hipocentro muito profundo, sendo assim, os terremotos são pouco percebidos na superfície terrestre. O Japão, localizado em uma zona muito sísmica, é atingido por centenas de terremotos por dia.
Os lugares mais atingidos por terremotos são os territórios localizados em zonas de convergência de placas, em especial os países situados nos limites das placas tectônicas. Entre as nações que estão nessa situação podemos destacar o Japão, Indonésia, Índia, Filipinas, Papua Nova Guiné, Turquia, Estados Unidos da América, Haiti, Chile, entre outras.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Veja Mais!
Escala Richter - A escala que determina a magnitude de um terremoto.
Os terremotos e seus efeitos - Fenômeno que produz elevados prejuízos financeiros e humanos.
Terremotos no Brasil - Você sabia que pequenos tremores já ocorreram no Brasil?
Terremoto na China - O fenômeno gerou um prejuizo de aproximadamente 120 bilhões de reais.
Terremoto no Chile - Chile, um país localizado em uma zona de convergência de placas tectônicas.
Terremoto no Japão - Um dos piores terremotos de todos os tempos.
Terremoto no Haiti - O desastre no país economicamente mais pobre do Ocidente.
Terremotos e o homem - A convivência humana com os abalos sísmicos.
Riscos de terremotos no Brasil - As possibilidades de ocorrência de terremotos no Brasil.
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